O Caminho do Moleiro

Origem da peça: A Instalação Artística de Ludmila Queirós

A peça musical “O Caminho do Moleiro” foi feita especificamente para a Instalação audiovisual de Ludmila Queirós: “O Caminho do Moleiro [Quem me dera que eu fosse o pó da estrada], partindo portanto do conceito artístico criado pela artista.

Esta instalação teve Inauguração 23 de Maio 2019 | 23h onde foi feita uma performance ao vivo da referida peça musical. A instalação esteve patente de 23 de Maio a 20 de Julho no Cineteatro Alba (Albergaria a Velha).

Esta é uma peça musical inédita que foi criada especificamente para esta Instalação artística, a peça chama-se por isso também: “O Caminho do Moleiro – Consonia para cavaquinho português modelo urbano e água do riacho”.

Conceito da Peça Musical

Esta peça pretende celebrar o “Caminho” imaginado em tempo real: pelas memórias, emoções e lembranças dos pequenos detalhes definidores de uma experiência na vida de um ser Humano, num dado período e/ou local (um percurso por um sub-conjunto de momentos espaço/tempo em memória humana), ou até simplesmente um caminho focado nas memórias que se têm de caminhos de outra(s) pessoa(s), um caminho do mundo da fantasia, simplesmente abstracto ou até mesmo não racional). Qualquer que seja o caso será sempre um caminho específico a percorrer através da imaginação do ouvinte e potenciado pela audição desta peça de 9,22 minutos. Assim, a obra tem esta duração de forma a poder oferecer o tempo necessário para uma imersão, não apenas superficial, por esse caminho escolhido. Recomenda-se por isso a sua audição num ambiente de relaxamento (sem barreiras ou defesas) que permita o fluir e a absorção da energia do Universo pelo indivíduo.

Cavaquinho Português Modelo Urbano

É uma peça a solo para um modelo de cavaquinho entretanto extinto em termos da sua construção e execução em Portugal Continental e resgatado no âmbito do mestrado de Paulo Bastos em música performance em cavaquinho português na Universidade de Aveiro terminado no ano 2018.

 

Não Componho Concertos, nem Sonatas nem mesmo Sinfonias … a forma musical preferencial que utilizo nas minhas composições é inédita… chamo-a de “Consonia”

 

 

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